Ouviram do Ipiranga?

•1 de setembro de 2012 • Deixe um comentário

Ouviram do Ipiranga?

Ouviram do Ipiranga?

Se ouviram em 07 de setembro o “independência ou morte!” eu não ouvi porque não estava lá, mas ouvi contar que D.Pedro se cansou de Portugal e resolveu tomar conta sòzinho do Brasil. Agora, se hoje temos a mesma independência, tenho dúvidas de até onde podemos ir.

Posso dizer que as margens que eram plácidas estão quase parando de tanta poluição.

Bem,quanto a nossa costa por onde foram embora os portugueses da corte, peixe está difícil porque o oceano se estraga e os peixes vão sumindo: quer dizer um pouco menos de liberdade vem dos mares .Olhando para as belezas das nossas praias e para ficar olhando mesmo de perto tem que respeitar o horário da radiação ultra violeta que nessa semana está mais para o buraco do ozônio do que para as areias das praias. Acrescente-se que antigamente as férias de julho eram marcadas pelas idas à praia e agora, pelo menos onde moro, temos inverno.

D.Pedro disse “Diga ao povo que fico!”.Ah, isso acho que diria novamente porque Portugal está com problemas de dinheiro e o Hemisfério Norte pena com o calor, fora o medo de que o Ártico se derreta de todo num repente e aumente o nível do mar em 7 metros- Deus me livre. estar lá por perto…

Se foi bom mandar as tropas irem embora para Portugal, eu não sei, do geito que anda a violência por aqui penso que uma ajudinha não seria nada mal.

Mas o Brasil pagou por isso, não que Portugal me faça falta, mas aqueles dois milhões de libras esterlinas que Portugal exigiu para reconhecer a nossa independência, pelo menos para mim, está fazendo muita falta.

Dizem que a camada menos aquilatada da nossa pátria não entendeu o significado da independência e eu acho, que Portugal à parte, nenhum de nós entende ou respeita independência nenhuma, aliás tem gente, muita gente, que gosta mesmo é da dependência.

A história também conta que a elite agrária é que saiu lucrando e eu posso afirmar que agrária ou não a elite sempre se beneficia.

De qualquer modo, viva D.Pedro I que declarou que o Brasil não teria dono, aí sim foi muito legal porque se cobraram aquilo tudo só para reconhecer a nossa independência é porque a gente brasileira e a nossa terra – valem muito mais, viva D.Pedro I! Viva!!!!!!!!!!

Dalila Balekjian

fonte história, sua pesquisa

Valeu, pai

•9 de agosto de 2012 • Deixe um comentário

Pai, valeu!

O mundo não é bem o que eu esperava

a vida leva mais do que eu poderia dispor

quer seja em tristeza , alegria, liberdade ,

amor ou  sonho.

Mas, pai, valeu!

Ter subido aonde nem esperava ir,

voando mais alto que meus olhos atingiam

chegando mais fundo que o piso do mar.

Oi, pai, valeu!

Obrigada pela sua presença,

e quando não está vem a sua lembrança

e me traz você de volta.

Veja pai:

-eu cresci

-o mundo, tomei para mim .

-o caminho, foi escolhido .

– o fardo, carreguei.

Tudo isso, pai,

para poder lhe dizer

que por toda a vida eu lhe segui.

(sempre que pude)

Dalila Balekjian

Coração de mãe

•13 de maio de 2012 • Deixe um comentário

Coração de mãe
coração de mãe
não tem olhos
ele só conhece o amor
de dentro do coração
não há saídas
ele não discrimina ninguém
e o caminho que há
tem uma só direção
– ao encontro de cada um
quem é mãe
é mãe de todo o mundo
– dos brancos negros amarelos e vermelhos
mãe não acredita
num só Deus mas em todas as divindades
_ tem fé nas palavras de cada filho seu
mãe faz nascer  planta alegria
semeia conforto
derrama sobre tudo carinho
partilha o que tem
e distribui sua vida
para todos ao seu redor 
e mãe não morre
( como não morre
filho nenhum que teve )
vvive pra sempre
( vivem pra sempre )
dentro dos corações
( dentro do próprio coração )
por cada ato de amor que fez !
FELIZ DIA DAS MÃES ÀS MÃES DE TODA A TERRA
dalila balekjian

Livro Dalila Prosa e Poesia e outtros

•28 de julho de 2011 • Deixe um comentário



Amigos do Blog “Dalila Prosa e Poesia” do windows Space, o livro “Dalila Prosa e Poesia” que contém todos os textos do blog, será exposto na XV B ienal do Livro-Rio, no RIOCENTRO, A v. Salvador Allende 6555, Pavilhão Laranja, Rua D estande 11, Dalilça Balekjian
Junto com ele “Linhas Rasgadas no meu negro chão, que reune textos do Cobras @ Lagartos do windows Space e do Linhas Rasgadas do blogger. Todos nas Novas Regras de Ortografia. Com eles “Delírios Poéticos” do Windows Spaces, Rodopio meta morfoses e Fugas.

XV Bienal do Livro Rio

•8 de julho de 2011 • Deixe um comentário

A Bienal do Livro-Rio é um evento internacional do mundo literário de suma importância.

O Livro “Dalila Prosa & Poesia” teve os seus textos selecionados e publicados num livro de mesmo nome e  estará na XV Bienal do livro-Rio no Pavilhão Laranja, setor dos Autores Independentes, logo na entrada da Bienal, estande 11 de Dalila Balekjian  esperando pela sua presença.

Ele esteve também na XIV Bienal do Livro-Rio

Chove ou não chove? (para crianças)

•22 de junho de 2011 • Deixe um comentário

Livro “Rodopio”

Chove ou não chove?

A chuva
brigava
com o sol

pra chegar
na minha
rua

e tanto
que eles
brigaram

que chegou
a hora
da lua!

Dalila Balekjian

clique abaixo para ver em pps.

Chove ou não chove

Ruas de minha alma

•13 de junho de 2011 • Deixe um comentário

 

Ruas de minha alma

 

Lá fui eu procurando por sonhos,

luz, esquecimentos ou lembranças;

 

olhando as paisagens de hoje

recortadas sobre o meu ontem.

 

Caminhei por tudo sem ver

as minhas idas ou voltas,

apenas roçando as suas folhas.

 

E, no traçado das minhas raízes,

nas curvas dos meus passos,

 

na brisa dos risos e lágrimas,

eu encontrei o meu retrato.

 

Dalila Balekjian

 

 

 

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=5nzxIPXhzMc

 
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